CONCERTO NO IFBA DIA 11 DE ABRIL DE 2013
MARCOS FERREIRA E CLÁUDIA CAVALCANTE
http://youtu.be/vVmBEFiw7jQ
sexta-feira, 19 de abril de 2013
DE ONDE VÊM OS NOMES DAS NOTAS MUSICAIS
Nos países latinos e eslavos, a
denominação das notas musicais deve-se ao monge italiano Guido D’Arezzo,
que viveu no século XI.
Em seus tratados, ele idealizou um sistema para
recordar os tons das sete notas. Para isso, usou as sílabas iniciais de
cada verso do Hino a São João Batista: Ut queant laxis/Resonare
fibris/Mira gestorum/Famuli tuorum/Solve polluit/Labii reatum/Sancti
Ionnis. Assim surgiram ut, ré, mi, fá, sol, lá – e o si, formado pelas
iniciais do nome do santo.
(Ut), Re, Mi, Fa, Sol, La e S.
Ele
adaptou, juntando as primeiras duas letras de Sancte e Iohannes. Cinco
séculos depois, incomodado com o som da primeira sílaba, o músico
Giovanni Maria Bononcini incrementou uma mudança. Excluiu o Ut e trocou
pelo Do, de Dominus (Senhor). E, com essa benção celestial, sacramentou a
nomenclatura das notas musicais.
No entanto, em alguns países, como a França, por exemplo, a primeira nota da escala continua sendo chama de ut.
Vamos ler mais uma vez:
"Ut queant laxis...
resonare fibris...
mira gestorum...
famuli tuorum...
solve polluti...
labii reatum...
Sancte Iohannes."
Tradução:
Purificai bem aventurado João, os nossos lábios polutos, para podermos cantar dignamente as maravilhas que o Senhor realizou em ti.
Dos altos céus vem um mensageiro a anunciar a teu Pai, que serias um varão insigne e a glória que terias.
Letra e música
Desde a Antiguidade, o padrão era usar letras para as notas. (O nosso sistema que é exceção, aliás. Começou com a loucura do monge e se espalhou principalmente para os países latinos.)
Desde a Antiguidade, o padrão era usar letras para as notas. (O nosso sistema que é exceção, aliás. Começou com a loucura do monge e se espalhou principalmente para os países latinos.)
Os nomes usados para designar as notas musicais tiveram origem nas letras dos diferentes alfabetos, como ainda hoje se usa nos países anglo-saxões,as notas são representadas por letras: C, D, E, F, G, A e B (ou H) onde o A corresponde ao lá, o B ao si, o C ao dó, o D ao ré, o E ao mi, o F ao fá e o G ao sol.
Essa
é uma das designações mais antigas, que nós usamos também em cifras.
Mas o alfabeto grego arcaico, por exemplo, também já foi usado.
Fontes Curso Completo de Teoria Musical e Solfejo, de Belmira Cardoso e Mário Mascarenhas; Enciclopédia Britânica; Barsa.
terça-feira, 9 de abril de 2013
PAISAGEM SONORA - Plano de aula
SUGESTÃO DE PLANO DE AULA
(Nos dê sua crítica ou sugestão)
(Nos dê sua crítica ou sugestão)
INSTITUIÇÃO:
PROFESSOR: Cláudia
Cavalcante Fonseca
DISCIPLINA: Artes/
Música
PÚBLICO
ALVO: Alunos
do Ensino Médio

CONTEÚDO: Paisagem
sonora
TEMPO
ESTIMADO: Cada
aula no noturno tem 35min, precisaremos de no mínimo quatro aulas.
RECURSOS:
Instrumentos
musicais, garrafas pets, latinhas de refrigerante, lápis, borracha,
folha de papel, CD, DVD,data show, vídeos slides, câmera
fotográfica, impressora, computador, e pen drive.
COMPETÊNCIAS:
O
trabalho com a Música deve se organizar de forma a que os alunos
desenvolvam as seguintes capacidades:
- Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
- Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir canções musicais.
HABILIDADES:
O
fazer musical:
- Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons com a voz, o entorno e materiais sonoros diversos.
- Interpretação de música e canções diversas.
- Participação em brincadeiras, jogos cantados e rítmicos.
DESENVOLVIMENTO:
O
conceito de “Paisagem sonora” tornou-se conhecido para os
educadores em música a partir do trabalho produzido pelo professor
canadense Murray Schaffer. Em seus estudos, ele trabalha com a
percepção de sons de diversos ambientes e utiliza estratégias para
sensibilizar o ouvido de seus alunos, como fazer um passeio por um
bosque de olhos vendados.
Para
que os alunos sejam estimulados a perceber e identificar sons nos
diversos ambientes em que vivem e de entender melhor o conceito de
paisagem sonora, a primeira atividade proposta é um passeio pela
escola. Nesse passeio, eles registram em gravadores os sons do pátio,
da diretoria, da rua, da sala de aula, da cantina, da aula de
Educação Física, do recreio, da sala dos professores, da entrada,
da saída, enfim, os sons que compõem a paisagem sonora da escola.
De volta à classe, todos ouvem as fitas, tentando descobrir a localização de cada som e suas principais características - se são altos ou baixos (volume), graves ou agudos, longos ou curtos (duração). Para ampliar o foco da discussão, pode-se conversar com os alunos e pedir-lhes que descubram outras paisagens sonoras diferentes da escola: a rua em diferentes horários, a academia, a casa, o shopping, um ginásio de esportes, a igreja, algum ambiente comercial, etc.
Na aula seguinte, o professor propõe uma nova audição do material recolhido para reorganizá-lo, estimulando os alunos a perceberem pelos sons os locais de onde foram gravados. Depois, pode-se construir um roteiro como se fosse um percurso pela escola e produzir com o grupo uma nova gravação, seguindo o roteiro. Essa gravação deve corresponder a um passeio sonoro pela escola.
Esse
trabalho pode ser realizado em grupos, com cada um cuidando de uma
parte do passeio.
Para finalizar a atividade, toda a classe ouve o “Passeio sonoro pela escola”, avalia os sons que descobriram nesse percurso e como esse trabalho interferiu na percepção de outros sons fora da escola.
Para finalizar a atividade, toda a classe ouve o “Passeio sonoro pela escola”, avalia os sons que descobriram nesse percurso e como esse trabalho interferiu na percepção de outros sons fora da escola.
domingo, 7 de abril de 2013
MÚSICA CONTRA O ABORTO
MÚSICA CONTRA O ABORTO
(sob o olhar do bebê)
Estima-se que sejam realizados no mundo 44 milhões de abortos anualmente, sendo pouco menos da metade destes procedimentos realizados de forma insegura.
A questão do aborto é polêmica, são casos e casos, quem somos nós para julgar mas... recebi uma letra da autoria de Vanessa Spalding, coloquei a música e o arranjo e entramos no Fest UESB 2012, a apresentação não ficou muito boa devido o sonoplasta ter colocado o microfone da back vocal mais alto que todo o grupo mas creio que apesar disso tem como apreciá-la.
Quem gostar do trabalho e quiser a partitura, tentarei colocá-la aqui o mais breve possível, no momento disponibilizo a letra. Obrigada!
Cláudia Cavalcante
Link no youtube:
http://youtu.be/ShlHKmoHQ8A
Se você não conseguir entrar pelo link, é fácil encontrar no youtube com o nome: Eu quero viver Fest Uesb 2012
Se você não conseguir entrar pelo link, é fácil encontrar no youtube com o nome: Eu quero viver Fest Uesb 2012
EU QUERO VIVER
Letra: Vanessa Spalding
Música e arranjo: Cláudia Cavalcante Fonseca
Letra: Vanessa Spalding
Música e arranjo: Cláudia Cavalcante Fonseca
EU NUNCA VEREI AS ESTRELAS, O CÉU, O UNIVERSO!
NÃO VIBRAREI DE ALEGRIA QUANDO ESTIVERES POR PERTO!
NUNCA FITAREI TEU ROSTO NEM CHORAREI QUANDO DISSERES NÃO
PORQUE QUERES DESISTIR TÃO CEDO
TE FAREI MUITO FELIZ!
EU CUIDAREI DE TI TE DAREI CONFORTO
ME DEIXE VIVER!
DIGA NÃO A INTERRUPÇÃO DA VIDA!
DIGA NÃO A INTERRUPÇÃO DA VIDA!
EU JÁ TE AMO E ANSEIO TE ABRAÇAR
NÃO ENTENDO PORQUE ESTÁS A HESITAR
DEIXE QUE DEUS DECIDA O MEU DESTINO!
ESTA É A MINHA ÚNICA OPORTUNIDADE!
NÃO ME PRIVE DA FELICIDADE!
ESTA É A MINHA ÚNICA OPORTUNIDADE!
EU SONHO CONTIGO
SONHO NASCER!
EU QUERO VIVER!!
sexta-feira, 29 de março de 2013
BOLO DA AMIZADE
Após 60 horas de cantoterapia nos reunimos para o adeus e adaptei as qualidades de cada aluno a uma receita de bolo, o que não é novidade mas mesmo assim resolvi compartilhar aqui com vocês.
Nesse período que passei como facilitadora no curso de musicoterapia em Atlanta-GA-EUA, aprendi muito e pude mais uma vez vivenciar o inacreditável poder da música na vida do ser humano.
Segue o link do vídeo no youtube:
http://youtu.be/WbJnKCOjCUU
Segue o link do vídeo no youtube:
http://youtu.be/WbJnKCOjCUU
quinta-feira, 14 de março de 2013
ALTURA DO SOM
GRAVE E AGUDO
ALTURA:
Característica que permite distinguir um som agudo ou alto de
um som grave ou baixo.
Esta característica está relacionada com o número de vibrações em cada
unidade de tempo, isto é, com a frequência de vibração das ondas
sonoras.
Assim:
- quanto maior for a
frequência da onda sonora, mais agudo ou alto será o som;
- quanto menor for a
frequência da onda sonora, mais grave ou baixo será o som.
Segundo a wikipédia:
- Apito de guarda
- Buzina de um veículo próximo ao referencial
Um som dito grave é um som de baixa frequência da audição humana. Geralmente sons abaixo de 300Hz são considerados graves. Na musica eletrônica graves não são audíveis por nós, ele é sentido através do balanço do alto-falante, já o médio grave é audível por nós mas não é o verdadeiro "grave". Como posto acima graves são sons abaixo de 300Hz onde Hertz é a medida de ciclos por segundo, exemplo, uma lâmpada atua a 60 Hz, ela tem uma "frequência" de 60 ciclos por segundo, nas ondas sonoras, quanto maior a frequencia (Hz) mais agudo fica o som. Ondas abaixo de 300 Hz.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
01. Escolha garrafas de vidro, iguais, limpas e as encha de água, em quantidades diferentes. Arrumadas uma ao lado da outra toque nelas com algum objeto metálico como uma colher, por exemplo. Peça aos alunos para ouvirem, avaliarem o som e discutirem.
02.Com os alunos de olhos fechados, o professor tocará em diferentes garrafas, dois ou tres sons e pede para falarem o que ouviram. Exemplo: grave, grave e agudo... agudo, agudo e grave... grave, agudo e grave... O professor pode tocar mais e mais sons conforme a habilidade de audição da classe
03.O professor mistura as garrafas e um aluno com os olhos vendados faz a ordenação do som a partir da que produz o som mais agudo para o mais grave ou conforme solicitação do professor pode ser da garrafa que produz um som mais grave para o mais agudo.
Chegaremos a conclusão que a garrafa mais vazia tem um som mais agudo e a garrafa mais cheia tem um som mais grave.
04.Os alunos podem fazer a catalogação dos instrumentos graves e agudos que eles conhecem, convencionais e não convencionais como a garrafa de vidro, copos de cristal, pauzinhos e reco reco de garrafa pet.
Quem tiver mais sugestões para essa atividade manda aqui pro Blog.
Aproveitem!! Grande abraço!!
Cláudia Cavalcante Fonseca
quarta-feira, 13 de março de 2013
DIÁLOGO RÍTMICO
Essa atividade tem o objetivo de trabalhar a coordenação rítmica e a interatividade com o colega.
Em roda, o grupo marca a pulsação com os pés ou mãos enquanto fica uma pessoa no meio fazendo o mesmo. Depois de alguns segundos o que está no meio procura alguém da roda para iniciar um diálogo rítmico com os pés, mãos ou com o que ele quiser utilizar no corpo.
Anteriormente o professor pode dizer se ele deseja que seja somente pergunta e resposta sem marcação rítmica ou se é com pergunta e resposta com pulsação definida.
A pessoa que estava na roda passa a ser a do meio em busca de outro para fazer novo diálogo rítmico.
O interessante é definir a pulsação e não deixar ficar fora do compasso.
Cláudia Cavalcante
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