sexta-feira, 4 de maio de 2012

SAÚDE VOCAL

O QUE É SAÚDE VOCAL? O termo saúde vocal é usado para preservar e valorizar a produção da voz, evitando danos nas pregas vocais e no trato vocal.
                                         
QUAIS OS PRINCIPAIS REQUISITOS PARA MANTER A SAÚDE VOCAL? cantar em boas condições acústicas, repouso e bom sono. EVITAR: álcool, fumo, drogas, auto medicação, choque térmico, competição sonora, chás e substâncias ditas "milagrosas" para o bom funcionamento vocal. 
Usar roupas leves, ingerir no mínimo dois litros de água por dia, fazer uma alimentação leve, balanceada antes das apresentações, praticar alguma atividade física, fazer exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal antes das apresentações e dos ensaios.

COMO PODEMOS SABER QUE NÃO ESTAMOS USANDO A VOZ CORRETAMENTE?
A voz quando é mal utilizada apresenta sintomas como: ardência, rouquidão, sensação de cansaço, pigarro, dor na região do pescoço, redução da extensão vocal ou secura na garganta durante e após o canto.
                               
                                          
O QUE DEVEMOS FAZER QUANDO APRESENTARMOS SINTOMAS DE FADIGA?
Procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação e um diagnóstico quanto às condições estruturais do trato vocal e possíveis lesões, e um fonoaudiólogo para que possa usar a voz adequadamente, mantendo a saúde vocal.

CANTAR EM VÁRIOS ESTILOS PREJUDICA A VOZ?
Não. Desde que cada pessoa respeite a sua constituição vocal. alguns estilos exigem uma emissão tensa e forçada, e algumas vozes são mais robustas e outras mais frágeis. Nesses casos, os cantores devem ser assessorados por professores de canto e fonoaudiólogos.

A RESPIRAÇÃO INFLUENCIA NA VOZ?
Sim. O ar expirado é a fonte desencadeadora do movimento das pregas vocais, portanto, para que possamos ter um bom desempenho no canto necessitamos ter um bom controlo da respiração.

PORQUE OS CANTORES ESTÃO MAIS SUJEITOS AOS PROBLEMAS VOCAIS?
O cantor é um profissional usuário da voz, dentre outros e muitas vezes trabalham em ambientes barulhentos, cheios de fumaça, poeira, expostos a mudanças bruscas de temperatura, consequentemente sujeitos a problemas vocais.

QUANDO DEVO FAZER O AQUECIMENTO VOCAL?
Antes de cada ensaio, antes de cada apresentação, ou seja, sempre que for fazer uso intenso da voz.

E O DESAQUECIMENTO VOCAL?
Deve ser feito após cada ensaio e após cada apresentação. Lembre-se que a musculatura do trato vocal ficou por longo tempo desempenhando a mesma atividade física, portanto, ao término devemos fazer um alongamento para evitar tensões e sobrecarga.

quarta-feira, 2 de maio de 2012


Emoção à flor da pele
Algumas músicas nos afetam a ponto de provocar arrepios. O que faz com que essas obras tenham efeito sobre o sistema nervoso autônomo e desencadeiem excitação sensorial?
                         por Eckart Altenmüller, Oliver Grewe, Frederik Nagel e Reinhard Kopiez

 Sexta-feira da Paixão, concerto com coral no mosteiro de Freiburger, Alemanha. No programa, a Paixão segundo São Mateus, de Johann Sebastian Bach (1685-1750). Em um momento pungente, logo após o interrogatório do sumo sacerdote, Pilatos conduz Jesus para diante da multidão e pergunta: “Quem quereis vós que eu liberte? A Barrabás ou a Jesus, de quem se diz ser o Cristo?”. “Barrabás!” – o brado da multidão faz o coração bater mais forte e as pernas fraquejarem. Nesse momento Bach emprega um acorde inesperadamente dissonante, de coro e orquestra – o equivalente musical de um soco na cara. Os ouvintes, mesmo os que conhecem a obra, sentem um “frio na espinha”.

Pesquisas revelam que fazer e ouvir música estão entre as principais opções de lazer. De onde vem esse prazer é objeto até agora pouco estudado, mas alguns psicólogos supõem que o estímulo peculiar de melodias e harmonias reside, sobretudo, em uma capacidade de desencadear emoções intensas – um sentimento à flor da pele, como no caso da Paixão segundo São Mateus.

Mas do que exatamente falamos ao nos referir a emoções? Pesquisadores do comportamento as tomam por estímulos aos quais reagimos. No caso da Paixão, resposta a um sinal acústico, reação de involuntário arrepio dos pêlos do corpo – um reflexo desencadeado pelo sistema nervoso autônomo, que se manifesta como que à flor da pele. A avaliação do estímulo poderia ser um susto provocado por uma intensidade sonora repentina, mas também por uma atitude de compadecimento, ao se pensar que um inocente será condenado à morte.


É claro que tudo depende do contexto: ante uma interpretação fraca ou entediante da mesma obra, um ouvinte sonolento – ou até frustrado – dificilmente poderá sentir aquela forma de emoção; o máximo que lhe acorrerá será um inquieto cruzar e descruzar de pernas. Em contrapartida, um ouvinte experiente, que conhece a obra, já fica na expectativa do momento em que a música lhe causará arrepios. E apenas imaginar tal passagem pode despertar as sensações. A psicologia comportamental chama essa possibilidade de “esquema de estímulo-resposta condicionados”. Esse fenômeno pode ajudar a compreender vivências subjetivas que se manifestam por meio da audição musical. A experiência­ intensa, que desencadeia reações do sistema nervoso autônomo, foi apreendida pelo conceito que, em inglês, se convencionou chamar chill.

             SINALIZADOR EVOLUTIVO

Nos últimos anos, no Instituto de Fisiologia da Música e Medicina da Música de Hannover, estivemos pesquisando quais peças musicais provocam chills em que indivíduos e as condições em que essa reação se dá. O ponto de partida foi um projeto do pesquisador Jaak Panksepp, da Universidade Estadual Bowling Green, dos Estados Unidos. Segundo ele, tais estremecimentos remeteriam a um sistema sinalizador biológico primitivo, inerente à evolução de alguns primatas: se mãe e filho estão próximos, mas perdem o contato visual por causa da escuridão, por exemplo, o grito da mãe provoca uma reação característica. A pelagem se põe de pé, o que por sua vez mantém aquecida a pele do bebê. Transpondo o fenômeno para os seres humanos, determinados padrões acústicos desencadeiam tais reações – independentemente do contexto cultural. Em outras palavras: buscamos aquela “música chill” de caráter universal.
Desde os anos 50 os psicólogos reconhecem sobressaltos musicais que intercalam estados de tensão e relaxamento como componentes essenciais da vivência emocional dos ouvintes. Mas para rastrear o que se poderia ter como “qualidades chill” fundamentais das composições seria preciso acompanhar as reações no curso do tempo.
Indivíduos submetidos ao experimento durante a audição registraram o seu estado emocional de maneira contínua: diante da tela de um computador e fazendo uso de um sistema de dados coordenados, eles indicavam de que modo a música era sentida a cada instante e se a passagem imprimia sensações de calma ou estímulo. As incidências do chill deveriam ser sinalizadas com um clique no mouse. Diversos indicadores fisiológicos foram identificados: o nível de condutância da pele da mão, a atividade dos músculos da face – importantes para a expressão da mímica dos sentimentos, a freqüência respiratória, a temperatura e a pulsação. 

Em palestra aberta ao público, escolhemos 38 pessoas entre 11 e 72 anos, de diferentes classes sociais, com variado gosto musical. A relação de gênero era de 29 mulheres para nove homens. Entre eles, 25 tocavam ou já haviam tocado algum instrumento e 13 eram músicos amadores.

Os indivíduos em teste ouviram sete obras previamente selecionadas, além das músicas que haviam trazido – justamente as que lhes provocavam reações emocionais. Acompanharam a reprodução de 415 trechos musicais e vários deles foram repetidos por até sete vezes. Os chills ocorreram em 136 ocasiões – cerca de um terço dos casos. Reações emocionais intensas foram mais freqüentes com as músicas que eles próprios haviam trazido. No decorrer do experimento, a “tecla-chill” foi pressionada 686 vezes; logo, as obras que mais emocionavam geralmente provocavam arrepios em diferentes momentos.

Em sete dos 38 indivíduos selecionados para a apresentação, não foi notada nenhuma reação específica durante o experimento. Nem sempre emoções e reações corporais andam de mãos dadas: em 20% dos casos a experiência não se enquadra nos parâmetros psicofisiológicos e, durante suas ocorrências, igualmente sobrevém um aumento dos níveis de condutância da pele ou da freqüência cardíaca, sem que o indivíduo pressione a tecla chill.

                                                    CENTROS VEGETATIVOS           

Para a maioria dos voluntários, entretanto, as emoções e a fisiologia revelaram uma estreita conexão: os batimentos cardíacos aumentaram, em média, quatro segundos antes do chill e cerca de dois segundos tão logo foi acusada alteração na condutância da pele. Essa diferença corresponde aproximadamente ao tempo necessário para a inervação do sistema nervoso autônomo enviar sinais para os centros vegetativos do tronco cerebral, tomando como ponto de partida as glândulas sudoríferas e os vasos sangüíneos da mão. Reações emocionais importantes se avolumavam quando a intensidade sonora chegava a uma faixa mais alta de freqüência entre 1.000 Hz e 3.000 Hz – a mais perceptível aos ouvidos humanos. Acontecimentos musicais bem específicos, entretanto, também podem produzir a reação à flor da pele: o início de uma nova seção da composição ouvida, a primeira nota de um solo, a entrada de um coro. 
Evidencia-se que reagimos de modo especialmente sensível ao novo – e à voz humana. Por isso o clamor por Barrabás na Paixão segundo São Mateus produz um efeito tão contundente. Em ouvintes com mais conhecimentos sobre música acontece ainda outra coisa: no reconhecimento de estruturas – motivos ou tonalidades retomados no decorrer de uma peça musical – experimentam fortes emoções, por exemplo, na passagem, usada em nosso estudo, da Toccata para órgão BWV 540 de Johann Sebastian Bach.
Também nos questionávamos se, de fato, existe uma personalidade auditiva típica. Na pesquisa realizada, solicitamos às pessoas que respondessem a um questionário com perguntas-padrão relativas à personalidade. Em duas outras séries, perguntamos, sempre em relação a cada uma das músicas, se já conheciam, como tinham se sentido e quais foram as lembranças e reações físicas. Ao final da pesquisa fizemos perguntas pessoais sobre conhecimento musical e acontecimentos de ordem emocional recentes.

            SISTEMA DE GRATIFICAÇÃO

Uma constatação importante foi a tendência a chills naqueles que revelaram limiares de estimulação de caráter reduzido na vida emocional, e por isso, de modo geral, demonstravam leve comoção. Além do mais, manifestaram timidez ou dependência de gratificações; identificaram-se especialmente com as músicas que haviam escolhido, por serem dotadas de algum significado especial para eles. Em resumo: as características de personalidade influenciam de maneira notável no modo como se reage ao ouvir uma música. 

Os resultados obtidos fazem atentar para a quase inexistência do que se poderia ter como “música chill” em âmbito universal. Assim, uma emoção não pode ser desencadeada por um único esquema estímulo-resposta. Por outro lado, algumas regras gerais para o prazer à audição musical se deixam cristalizar: devem coincidir características da música – como a voz humana ou uma “novidade” – e a personalidade do ouvinte com suas experiências musicais. No entanto, o caminho das “notas até o arrepio” também pode se dar de maneira retilínea e quase maciça, como no súbito aumento da intensidade sonora, por ocasião do clamor por Barrabás.

Nesse caso, tudo se reduz a uma suposta reação semelhante à do medo, que seria desencadeada por algo como um tiro de pistola. O efeito “bang” é encontrado em muitas outras composições, como nas sinfonias de Gustav Mahler ou no bailado A sagração da primavera, de Igor Stravinsky – provocando emoções fortes na maioria das pessoas. As reações musicais do chill talvez não resultem, portanto, apenas dos gritos de separação dos primatas.

Pode-se presumir que o significado do chill transcende em muito o âmbito da comunicação social: segundo estudos da neuropsicóloga canadense Anne Blood e de Robert Zatorre, da Universidade McGill em Montreal, feitos em 2001, esse tipo de vivência depende muito mais da ativação do sistema de gratificação cerebral do que da mediação da sensação de felicidade que se pode ter, por exemplo, com o sexo ou com algum alimento apetitoso.

                  Música para quê?

Em seu sentido mais amplo a música pode ser descrita como um padrão sonoro que se desenvolve e se estrutura no tempo. Vem daí a sua função comunicativa. Além disso, ela tem sua importância no processo de busca por um parceiro sexual. Aqui se manifestam características um tanto ocultas, como no caso em que um jovem canta a plenos pulmões e com isso dá informações sobre sua saúde: há cem anos, a informação de que ele não portava tuberculose era muito importante, pois o alçava à condição de bom partido para um possível casamento. O forte efeito emocional das vozes masculinas potentes poderia ser uma demonstração de boa forma.

Mesmo um sinal acústico direto, no entanto, pode originar efeitos bastante intensos. Sabe-se hoje que o fazer e ouvir música com muita freqüência libera endorfina, o que desencadeia sentimentos de felicidade, que por sua vez fortalecem os laços de união entre os ouvintes. Outro papel importante é o que a música desempenha quando convida à dança, que em muitas sociedades está atrelada a festas religiosas e ritos sociais. A dança é um elemento de incentivo às relações sociais e, ao que tudo indica, ajuda na liberação pela hipófise do hormônio oxitocina, que ajuda a consolidar as memórias da vivência em grupo. A identidade coletiva também é fomentada quando são entoados hinos nacionais, de times de futebol ou cânticos populares de minorias étnicas. No exercício militar, ou para exaltar sentimentos de uma comunidade, é freqüente o uso da música na sincronização de procedimentos.


Evidencia-se que a liberação condicionada de endorfina – o opióide do próprio corpo – estimula também a memória. O cérebro indica, sempre que possível, os momentos de origem das alterações acústicas importantes no meio`, as quais produzem uma emoção à flor da pele e ao mesmo tempo ficam gravadas na memória –, por exemplo, o ruído característico de um predador se aproximando. Foi nesse cenário que mais tarde o ser humano começou a transformar os estímulos chill em música. 

Ainda hoje, quando deparamos com algo novo, o nosso sistema de gratificação está aberto para alguma regulamentação ou para ser surpreendido. Todos esses processos mentais pressupõem um mínimo de experiência. Isso serve para as relações com a música, validando a divisa: quanto mais eu compreendo, melhor consigo sentir a mim mesmo. Bom argumento para o ensino de música nas escolas.

CHILLS PARA INICIANTES
Richard Strauss
Also sprach Zarathustra
Sinfonia alpina

Maurice Ravel
Bolero

Gustav Mahler
Sinfonia no 2, “Ressurreição”
1o e 5o movimentos

Ludwig van Beethoven
Sinfonia no 9,
1o, 2o e 4o movimentos

Joseph Haydn
A Criação, introdução de (“Caos”):

Igor Strawinsky:
A sagração da primavera

PARA CONHECER MAIS
Intensely pleasurable responses to music correlate with activity in brain regions implicated in reward and emotion. A. Blood e R. Zatorre, em Proceedings of the National Academy of Science 98, págs. 118818-11823, 2001.

The emotional sources of “chills” induced by music. J. Panksepp, em Music Perception 13, págs. 171-207, 1995.

Emotional sounds and the brain: the neuro-affective foundations of musical appreciation. J. Panksepp e G. Bernatzki, em Behavioural Processes 60, págs. 133-155, 2002.
 »
Eckart Altenmüller, Oliver Grewe, Frederik Nagel e Reinhard Kopiez Eckart Altenmüller dirige o Instituto de Fisiologia Musical e Medicina da Música da Escola Superior de Música e Teatro de Hannover, onde Oliver Grewe e Frederik Nagel são doutorandos. Reinhard Kopiez é professor de psicologia da música na Escola Superior de Hannover.

terça-feira, 1 de maio de 2012

A INTELIGÊNCIA MUSICAL



                                                                                                        

Todas as pessoas possuem a capacidade de se expressar com palavras, mas a música é um caminho que nem todos ousam percorrer, ela é tão rica quanto a linguagem verbal e sentir e se expressar pela música é um atributo inerente ao ser humano, sendo assim é possível afirmar que todos possuem inteligência sonora em um grau mais ou menos desenvolvido e que pessoas como Lizt, Tchaikovsky, Rachmaninov, Mozart, Bach, Chopin e muitos outros tinham essa inteligência em um ângulo bem elevado. Esse tipo de inteligência é o mais fácil de ser detectado, quando os bebês são estimulados desde o ventre com músicas, estes demonstram identificá-las em seus primeiros dias de vida. A inteligência musical não pertence somente às pessoas que compõem,  possuem também essa sensibilidade as pessoas que interpretam, que regem, que cantam, que apreciam a música, essas são capacidades diferentes dentro de uma mesma inteligência.


Se o seu filho apresenta algum gosto para a música ele provavelmente não vai se aguentar quando vir algum instrumento em alguma igreja  ou festa, no final da solenidade ele vai querer manusear o instrumento ou pelo menos chegar perto dele. A memória musical dele vai ser excelente, se recorda de músicas que ouviu apenas uma vez, tem facilidade de perceber até os arranjos separados, de percussão e melódicos. Ele gosta de fazer rítmos utilizando objetos ou o próprio corpo. Ele tem em casa um monte de cds, dvds, bluerays e sabe cantar todas com as letras na ponta da língua. Ele faz tudo com o som ligado: estuda, brinca, trabalha e lê.



 Gardner, um psicólogo americano, define inteligência como a capacidade para resolver problemas e criar produtos valorizados num contexto cultural específico. A sua teoria das inteligências múltiplas preconiza que:



- existem diferentes tipos de inteligência;


- a inteligência pode ser ensinada, treinada e desenvolvida;

- o desenvolvimento da inteligência depende de vários fatores, como por exemplo as oportunidades, as experiências, as influências e a escola;

- todas as pessoas podem aprender e desenvolver as suas inteligências, sendo as suas expectativas e a sua motivação fatores fundamentais.

Esta conceção de inteligência coloca grandes responsabilidades sobre os educadores, em geral, e os professores, em particular, a quem cabe um importante papel no desenvolvimento da inteligência das crianças e dos jovens, através da criação de oportunidades e de experiências de aprendizagem diversificadas no âmbito das múltiplas inteligências.

Gardner identificou e definiu sete inteligências: inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência visual-espacial, inteligência quinestésica, inteligência musical, inteligência interpessoal e inteligência intrapessoal. 



Os professores são grandes auxiliadores na evolução dessa inteligência proporcionando uma aula bonita. Aula de música deve ser agradável, bem preparada  para fazer com que a criança tenha o desejo de retornar a ela. O ambiente em  que serão ministradas essas aulas deve ser propício, alegre, motivador e confortável  na medida do possível. O professor deve se apresentar bem, um professor despenteado, com roupas sujas, bagunçado geralmente causa nas crianças um certo repúdio e antes disso ele tem que ser criativo, dinâmico, simpático, seguro do que vai fazer e deixar qualquer tristeza ou problemas fora da sala de aula.
Como é gratificante a aula ministrada com o sentimento de que cumprimos de forma responsável a nossa meta de ser um mediador educacional buscando fazer o melhor para os nossos alunos.

                                                                                                       
Cláudia Cavalcante Fonseca Santos










quarta-feira, 18 de abril de 2012

EDUCAÇÃO MUSICAL DE A a Z

AMAR A MÚSICA E A CRIANÇA.

BUSCAR DESENVOLVER O SEU POTENCIAL.

CRIAR OPORTUNIDADES PARA UMA RICA EXPERIÊNCIA MUSICAL.

DESENVOLVER A SENSORIALIDADE, A AFETIVIDADE E A INTELIGÊNCIA MUSICAL OBEDECENDO AS ETAPAS PROGRESSIVAS.

ENCANTAR A CRIANÇA ATRAVÉS DE UMA AULA BONITA E AGRADÁVEL; "A BELEZA É ESSENCIAL."

FUNDAMENTAR OS PRINCÍPIOS DE TRABALHO.

GARANTIR UMA METODOLOGIA EFICIENTE.

HONRAR A PROFISSÃO DE EDUCADOR, ATRAVÉS DE UMA FORMAÇÃO SÓLIDA.

INCENTIVAR O GOSTO MUSICAL PROCURANDO FREQUENTAR CONCERTOS E OUVIR MÚSICA DE QUALIDADE.

JAMAIS MINIMIZAR A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA VIDA DE UMA CRIANÇA.

LEMBRAR A NECESSIDADE DO ESTUDO DIÁRIO DO INSTRUMENTO.

MOTIVAR FREQUENTEMENTE O TRABALHO, COM OFICINAS, MARATONAS DE ESTUDO, AMOSTRAS CRIATIVAS, CAMPEONATOS DE LEITURA MUSICAL, OLIMPÍADA MUSICAL, AUDIÇÕES, ETC.

NUNCA TRANSFORMAR A AULA DE MÚSICA NUMA SIMPLES BRINCADEIRA.

OPORTUNIZAR APRESENTAÇÕES PÚBLICAS PARA FACILITAR A DESIBINIÇÃO E SOCIALIZAÇÃO.

PRIORIZAR O TRABALHO ANTES DA TEORIA.

QUESTIONAR SEMPRE AS DÚVIDAS PEDAGÓGICAS.

REFORÇAR A PARTICIPAÇÃO CRIATIVA DO ALUNO NA SALA DE AULA.

SONHAR COM UM MAIOR NÚMERO DE CRIANÇAS FAZENDO MÚSICA!

TENTAR CONSCIENTIZAR OS PAIS DA SUA NECESSÁRIA COLABORAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO MUSICAL DO SEU FILHO.

UNIR O QUERER E O FAZER!

VERIFICAR CONSTANTEMENTE OS ASPECTOS QUALITATIVOS POSITIVOS E AS DIFICULDADES ENCONTRANDO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM PARA POSSÍVEIS MODIFICAÇÕES.

DA QUESTÃO: "A MÚSICA HARMONIZA O SER HUMANO."

ZELAR PELA CULTURA MUSICAL SEM ESQUECER A MÚSICA ÉTNICA DE CADA POVO.

                                                                    

CARMEM METTIG ROCHA
XVII ENCONTRO DE VIVÊNCIAS MUSICAIS
APEMBA
24 a 29 de setembro  de 2007 - SALVADOR/Ba

sábado, 14 de abril de 2012

A MÚSICA É DIVINA




Instrui-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria louvando a Deus, com salmos e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão em vosso coração. Colossenses 3:16



A música provoca mudanças significativas no ser humano, só em ouví-la podemos ser completamente transformados. 
O objetivo de J.S.Bach com as suas composições era louvar e glorificar a Deus. Por 100 anos a Paixão de Nosso Senhor segundo São Mateus deixou de ser apresentada. Considerada a maior obra para coral que ele já escreveu, não causou muito impacto em seus dias. Em 1829, Félix Mendelssohn  recebeu uma cópia desse manuscrito e começou a preparar essa obra para ser apresentada. Antes de terminá-la o jovem Mendelssohn, de apenas 20 anos, havia  convertido a sua fé para Cristo. Ele foi transformado sem nenhum estudo bíblico, isso aconteceu devido a música inspiradora de Bach, música que foi feita para Deus e por Deus.
Cantemos mais, ouçamos músicas para dissipar o desânimo, os problemas, a falta de paz e as sombras que possam estar envolvendo a nossa vida. A música é sobrenatural, é divina! é generosa! abusem do que ela pode fazer por você!

Cláudia Cavalcante Fonseca Santos
14-05-2012


sábado, 7 de abril de 2012

MÚSICA CONTRA A DOR

Diversão, cultura ou terapia, a música é isso e muito mais! Uma pesquisa da Fundação Cleveland Clinic, nos Estados Unidos, revelou que as canções aliviam a dor crônica. O estudo comparou por uma semana dois grupos de 30 pacientes com o sintoma. Os que ouviram música uma hora por dia tiveram uma redução de 20% na percepção da dor. Os outros subiram 2% na escala de dor, disse a ISTO É Sandra Siedlecki, co autora da pesquisa. Ela registrou também a melhora de manifestações ligadas à depressão, um dos males associados ao convívio com a dor crônica. E tanto faz o tipo de música que você ouve, desde que goste, explica Sandra.
Por resultados como esse, a relação entre a música e a medicina é tema de interesse crescente. Há duas semanas, por exemplo, cientistas da Santa Casa de São Paulo, anunciaram os resultados de um estudo que envolveu as composições do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart e pacientes com glaucoma, doença que pode levar a cegueira. Ouvir dez minutos de Mozart antes do exame diagnóstico permite uma avaliação mais precisa da progressão da doença, explica o oftalmologista Carmo Mandia, um dos membros da equipe que assina o trabalho publicado no Britsh Journal of Ophtalmology e liderado pela médica e musicista Vanessa Macedo. Neste caso, os benefícios advém do relaxamento, que facilita os reflexos.
Porém os pesquisadores acreditam que há outros processos que colaboram para a melhora da performance. A música interfere no sistema que regula as emoções. E já se sabe que o estado emocional está ligado à percepção da dor, afirma o neuropediatra Luiz Celso Vilanova, da Universidade Federal de São Paulo.

    ROCK NA SALA DE CIRURGIA

Depois de pinças e tesouras, a música é outro recurso que não pode faltar na sala de cirurgia do médico Nilton Kawahara. E o som que o cirurgião habitualmente escuta enquanto opera seus pacientes não é como se poderia imaginar, Beethoven ou Chopin. A batida é outra. O ritmo que descontrai o ambiente e deixa o médico e a equipe ligados é o techno, o rock e até o funk. Tudo isso alto e em bom som. É um hábito incomum e alguns colegas até acham estranho, conta o médico. No entanto, o cirurgião assegura que a música agitada o deixa mais atento e toda a equipe mais concentrada. Tem sido assim há dez anos, afirma Kawahara. O médico é dono de uma coleção de 130 cds usados especialmente nessas ocasiões.

OLHOS: pacientes com problemas visuais ou neurológicos que ouviram Mozart tiveram melhores resultados em testes de visão do que outros que não escutaram as composições.
COMPORTAMENTO: Hospitais usam música para diminuir a tensão de bebês, crianças e adolescentes antes e depois de cirurgias.
CORPO E MENTE: ouvir música proporciona sensação de bem -estar.

CORAÇÃO: Seleções musicais que misturam rítmos rápidos, lentos e pausas que prendem a atenção do ouvinte podem ter efeito relaxante e influenciar o rítmo dos batimentos cardíacos e níveis da pressão arterial.

Digitado por Cláudia Cavalcante. Extraído da Revista Medicina. Reportagem de Mônica Tarantino.



sábado, 24 de março de 2012

QUAL A SUA VERDADEIRA IDADE






Meus amigos queridos já  que  saúde é tb um elemento importantíssimos nesse blog, quero compartilhar com voces um questionário muito interessante que foi feito pelo Dr. Silmar Cristo, em jan-2012 quando eu estava em Atlanta. Dr. Silmar vive no estado do Texas-EUA e da muitas palestras em prol de melhorar a qualidade de vida do ser humano, aprendi muitas dicas legais e espero que seja bom pra vcs tb.



01.Estou com o peso ideal. (20 pontos)
02.Não sofro de pressão alta. (20 pontos)
03.Não sou diabético. (20 pontos)
04.Não tenho problemas cardíacos. (20 pontos)
05.Nível de colesterol de baixa densidade, está normal. (10 pontos)
06.Nível de colesterol está bom. (10 pontos)
07.Triglicérides bom. (10 pontos)
08.Eu não padeço de nenhuma enfermidade crônica. (10 pontos)
09.Como, pelo menos, uma porção de frutas diariamente. (10 pontos)
10.Como, pelo menos, uma porção de verduras diariamente. (10 pontos)
11.Como, pelo menos, uma porção de cereais diariamente. (10 pontos)
12.Raramente como 1 hora depois do por do sol. (10 pontos)
13.Tomo, pelo menos, 6 copos diários de água. (25 pontos)
14.Faço atividades físicas pelo menos 5 vezes por semana. (25 pontos). 3 vezes na semana. (5 pontos)
15.Evacuo 2 ou 3 vezes por dia. (25 pontos)
16.Raramente eu durmo depois das 22h30. (20 pontos)
17.Não utilizo microondas. (20 pontos)
18.Não consumo produtos de origem animal. (20 pontos)
19.Não tomo sucos industrializados. (20 pontos) raramente (5 pontos)
20.Não tomo refrigerantes. (20 pontos)
21.Não uso alimentos processados. (20 pontos) raramente (5 pontos)
22.Não uso açúcar refinado. (20 pontos)
23.Não utilizo cereais refinado. (20 pontos) raramente (5 pontos)
24.Dou um intervalo de, pelo menos, 5h entre as refeições. (20 pontos)
25.Não utilizo produtos que tenham estimulantes: café, chimarão, etc. (20 pontos)
26.Não fumo. (50 pontos)
27.Não tomo bebidas alcoólicas. (50 pontos)
28.Não uso drogas ilegais. (50 pontos)
29.Não utilizo adoçantes artificiais. (20 pontos)
30.Não tomo água nas refeições. (20 pontos)
31.Como devagar. (20 pontos)
32.Não sou deprimida. (30 pontos)
33.Não sou ansioso. (30 pontos)
34.Não sou estressado. (30 pontos)

                                      CONTE OS SEUS PONTOS:


A.  199 pontos - RISCO EMINENTE - multiplique a sua idade por 1,75
B .200 a 299 pontos - RISCO EMINENTE -     multiplique a sua idade por 1,75
C .300 a 399 pontos - RISCO GRAVE - multiplique a sua idade por 1,5 (Ex. uma pessoa de 30 anos = 45 anos)
D .400 a 499 pontos - RISCO SÉRIO - multiplique por 1,25
E. 500 a 599 - RISCO MODERADO - multiplique por 1
F. 600 a 699 - RISCO LEVE - multiplique por 0.8
G .Acima de 700 - Risco insignificante - multiplique por 0,7

Algumas frases interessantes dessa palestra:


AS PESSOAS DEVERIAM TER UMA VIDA LONGA E MORTE RÁPIDA mas estão, por conta da alimentação e de outros fatores tendo UMA VIDA RÁPIDA E MORTE LONGA!


Os americanos vivem até 80 anos mas é certo que 10 anos, no mínimo, desses 80, passarão numa nurse home, incapazes de cuidarem de si mesmos.


O homem vale 45 milhões de dólares. Que tipo de investimento estamos fazendo para proteger esse patrimônio.


ISTROGÊNICOS: mortes com vítimas do próprio sistema de saúde.


Um homem idoso falando sobre o segredo de sua saúde e vida longa: CABEÇA FRIA, PÉS QUENTES E INTESTINO VAZIO!


             Amigos, só enfatizando que o texto acima é de autoria do Dr. Silmar Cristo, coloquei aqui no blog pq sei que é do interesse dele que todos tenham acesso a essas informações para que cuidem melhor de sua saúde. Espero, de verdade que isso chegue a vida de muitos.

Com carinho,

Cláudia Cavalcante


VÍDEOS DO DR. SILMAR:

http://youtu.be/uC_CLnoTEU4

http://youtu.be/VgACmRbJ0Io

http://youtu.be/hAmmMCYfuhg

http://youtu.be/Pfm6n9jYQJ0

http://youtu.be/G8Ckrs3j_xo